André Vargas e Luiz Argolo
Vargas e Argôlo foram os primeiros parlamentares flagrados pela Polícia Federal em conversas nebulosas com o doleiro Alberto Youssef, um dos delatores do petrolão, a partir de interceptações telefônicas autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba.
Moro solicitou ao Supremo Tribunal Federal a transferência para um presídio em Curitiba do mensaleiro Pedro Corrêa, também alvo de prisão preventiva na Lava Jato. Ele cumpria pena do mensalão em regime semiaberto em Pernambuco.
O juiz também decretou a prisão temporária do irmão de Vargas, Leon Vargas, Ricardo Hoffmann e Eliza Santos da Hora. Os alvos de condução coercitiva são, entre outros, Marcelo Simões e Edilaira Soares Gomes.
Veja online